“Diabetes ” foi o tema do quadro Falando de Saúde desta quinta-feira, 18

No quadro “Falando de Saúde” desta quinta-feira, dia 18, recebemos a nutricionista Tuanny Mourão da Hapvida, para esclarecer algumas dúvidas sobre diabetes, uma doença que afeta 13 milhões de brasileiros, número que representa 6,9% da população. Os diagnósticos aumentam e na maioria das vezes feito de forma tardia e dessa forma favorecendo o aparecimento de complicações.

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio chamado “insulina” em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo.

A doença possui dois tipos: 1 e 2.  O tipo 1 refere-se ao sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. O tipo 2 parece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2. Ela se manifesta frequentemente em adultos, mas crianças também podem ser diagnosticadas. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

De acordo com a nutricionista, crianças e jovens têm adquirido a doença muito cedo, como consequência dos maus hábitos alimentares desde a transição alimentar após o desmame. “Durante a transição alimentar do bebê, a mãe já inclui o mingau, massas ou alimentos industrializados. No futuro, o jovem terá maus hábitos e consequentemente será um forte candidato a ter diabetes”, explicou.

A doença não tem cura, porém existem tratamentos que promovem ao paciente melhor qualidade de vida. A mudança de hábitos e estilo de vida é uma delas. Segundo Tuanny, para o diabético as dietas precisam ser específicas e ressaltou que todo cuidado é pouco, mesmo para as pessoas que não tenham históricos familiares. “É necessário optar por alimentos integrais, por mais que o indivíduo não tenha casos na família, é preciso ter cuidado. Os agravos da doença são piores como, a amputação dos membros do corpo e a cegueira, são consequências devastadoras”, disse.

 

Texto: Yêda Sousa

Foto: Karol Coelho

ASCOM Basílica Santuário de Nazaré

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